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É um cometa? É uma nave extraterrestre? Não, é apenas um asteróide... só que vindo de outro sistema planetário! Mas como sabemos disso? Como se estudam as órbitas dos planetas, planetas anões, asteróides e cometas? Como distingüir aqueles que são, de fato, interestelares? Em 2017 e 2019 detectamos os dois primeiros objetos comprovadamente extrasolares – 1I / ‘Oumuamua e 2I / Borisov: o que nos espera a seguir? Este é o tema da conversa que tivemos com o professor Othon Winter, coordenador do Grupo de Dinâmica Orbital e Planetologia da UNESP / Guaratinguetá e pesquisador do Grupo de Trajetórias Espaciais do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), descortinando essa nova fronteira que se abre na astronomia ao multiplicar a diversidade de corpos celestes que se pode estudar, e que poderão permitir-nos obter dados antes inacessíveis sobre outros sistemas planetários. Entrevista realizada em maio deste ano por Jorge Quillfeldt (IB-UFRGS).
Produção e edição: Jorge Quillfeldt Créditos da Imagem: JAQ (montagem), Roen Kelly para Astronomy (diagrama orbital), ESA/Hubble, NASA, ESO/M. Kornmesser, Gemini Observatory/AURA/NSF (inserto superior) e Ron Miller para Astronomy (inserto inferior)
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O episódio de hoje foge um pouco do nosso formato usual e é uma parceria entre o podcast Oxigênio da Unicamp e o Fronteiras da Ciência. O ano de 2025 foi declarado pela Unesco como o Ano Internacional da Ciência e Tecnologias Quânticas, celebrando os 100 anos do desenvolvimento das equações fundamentais que estruturaram, matematicamente, a Mecânica Quântica. O roteiro, escrito pela Eduarda Moreira e a Mayra Trinca, e narrado pela própria Eduarda e o Guili Arenzon, faz um apanhado geral do que é a Mecânica Quântica mas também explica o que muita gente considera mas que não faz parte da teoria, o misticismo quântico. A maioria das entrevistas foi gravada em julho de 2025 durante a conferência "Os 100 anos da física quântica", organizada pelo IF-UFRGS.
Episódio T05E15 (remasterizado, continuação do T04E12) que conta o lado pessoal de um dos mais importantes físicos do século XX, Paul Dirac. Neste episódio, Marco Aurélio Idiart (IF-UFRGS), Jorge Quillfeldt (Biofísica-UFRGS) e Jeferson J. Arenzon (IF-UFRGS) conversam com Fernanda Steffens (atualmente ligada à Universidade de Bonn na Alemanha).
Para comemorar que 2025 é, segundo a UNESCO, o Ano Internacional da Quântica, remasterizamos um episódio de 2013 sobre um dos mais importantes físicos do século XX, Paul Dirac. Paul Adrien Maurice Dirac foi um notável matemático e físico britânico cujo papel foi essencial na construção da moderna mecânica quântica. Entre suas tantas contribuições, formulou a chamada equação de Dirac, a generalização relativística da equação de Schrödinger – com quem dividiu o Nobel em 1933. Em uma conferência dada em Moscou, em 1956, alguém lhe perguntou qual seria sua filosofia da física e respondeu escrevendo no quadro “Leis físicas devem sempre ser matematicamente belas” – apesar da lenda de que este quadro esteja preservado até hoje, a imagem certamente não desapareceu do imaginário acerca de tào estranha personalidade. Neste episódio sobre o físico e esquisitão inglês, Marco Aurélio Idiart (IF-UFRGS), Jorge Quillfeldt (Biofísica-UFRGS), Jeferson J. Arenzon (IF-UFRGS) conversam com Fernanda Steffens (atualmente ligada à Universidade de Bonn na Alemanha).
Sexo! Eis, aí, um assunto do qual todo mundo acha que entende, mas poucos sabem explicar com precisão… O que é Sexo, afinal? Mesmo defini-lo comporta tantas ideias diferentes que não é raro nos perdermos. Mas para acabar com a confusão, nada como começar por saber o que a natureza nos mostra. E quem melhor para abordar isso que os biólogos? Ou melhor, as biólogas: neste Front da Ciência conversamos com as colegas Helena Romanowski e Maria João Ramos Pereira, ambas do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências da UFRGS. Para animar o debate, participam Carolina Brito (IF-UFRGS) e – representando a minoria - Jorge Quillfeldt (IB-UFRGS).
Em biologia, a variabilidade genética leva a uma diversidade de formas e funções que aumenta a probabilidade de uma espécie encontrar soluções evolutivas em um ambiente em constante mudança. Como analogia, o conceito de diversidade se aplica também às sociedades humanas, em múltiplas escalas, onde significa passados, ancestralidades, experiências e culturas diferentes. Em ambos os casos há ampla evidência empírica dos benefícios que podem ser amplificados pela diversidade. Para discutir esse tema, inexplicavelmente controverso, a convidada é Márcia Barbosa, atual reitora e professora do Instituto de Física da UFRGS. Participam também Jorge Quillfeldt (IB-UFRGS), Carolina Brito (IF-UFRGS) e Jeferson Arenzon (IF-UFRGS).