
Show Notes
Mamilos no Rainbow Warrior: Jurema Werneck e Carol Pasquali falam sobre Clima e AtivismoPara abrir a temporada de 2026, o Mamilos te convida a repensar caminhos e prioridades e fazer um exercício raro de imaginação prática: que mundo a gente quer viver, que cidade a gente quer habitar e o que esse futuro pede de nós. É um convite para “esperançar” — não ingenuidade, mas uma perspectiva possibilista que encara escolhas duras e ações difíceis para tirar esse futuro do papel.Gravado a bordo do Rainbow Warrior, navio do Greenpeace, este episódio do Mamilos é um guia direto (e sem “climês”) para entender o que as COPs estão — e não estão — entregando, e por que isso não é assunto distante: é calor extremo, enchente, comida, preço, cidade e saúde. Na conversa, Carol Pasquali traduz o que sai de uma COP em decisões, lacunas e números — do tamanho do corte que a ciência pede ao que os países realmente colocam na mesa. Jurema Werneck puxa o fio político: quem ganha, quem perde, como justiça climática vira vida digna e por que “cidadania dá trabalho” quando o assunto é fazer lei e promessa saírem do papel. E com Laila Zaid, a gente faz a ponte essencial entre cenário e ação: como a cultura pode quebrar a paralisia do medo e sustentar imaginação, coragem e mobilização. Você vai encontrar, ao longo do episódio:O que uma COP decide (e o que costuma ficar de fora) sobre transição energética, combustíveis fósseis, desmatamento e adaptaçãoComo traduzir clima para o cotidiano: café, chocolate, custo de vida e infraestrutura das cidadesUm exercício de “melhor futuro possível” sem ingenuidade: como seria uma cidade habitável O “como” de verdade: pressão pública, rua, redes, comunidade e sociedade civil organizadaSe “COP” te dá sono, este episódio foi feito pra te acordar — e te levar da indignação para um mapa de ação.
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Mamileiros e Mamiletes, sejam bem-vindos ao episódio de Outubro Rosa da última temporada do Mamilos!
Você já leu algo que parece te morder? Uma escrita que é, ao mesmo tempo, corporal, erótica e brutalmente bela? É exatamente essa a sensação de mergulhar no universo de Camila Sosa Villada, uma das vozes mais vibrantes, viscerais e necessárias da literatura contemporânea da América Latina. A autora do estrondoso sucesso O Parque das Irmãs Magníficas e do recém-lançado A Traição da Minha Língua sentou com a gente para uma troca que atravessa a alma. No Mamilos #574 nós não vamos te entregar um simples resumo literário. Nós vamos tentar entender de que matéria essa mulher fantástica é feita. Camila nos puxa pela mão para falar sobre a dualidade entre a linguagem de sua mãe, voltada para curar dores profundas, e a do seu pai, usada como arma de defesa e sobrevivência em um mundo hostil. Em um papo magnético, cru e sem qualquer filtro, ela discute como o ato de escrever é uma forma de se distanciar de si mesma e cobrar as dívidas que o mundo tem com ela. Reflete, também, sobre seus medos mais íntimos, como o aterrorizante processo de envelhecimento, a exaustão das relações afetivas e o perigo sedutor de se deixar ser "domesticada". Camila acredita que a escrita não é apenas comunicação, mas uma verdadeira cerimônia feita para embruxar o leitor. E nós garantimos: neste programa, ela lança esse feitiço direto nos nossos ouvidos. Se você já a leu e pagou suas dívidas em lágrimas, sabe que esse papo é imperdível. Se ainda não a conhece, deixe-se fascinar por alguém que sabe que a vida é um acaso e não tem medo de dançar a música que estiver tocando. ---🎥 ASSISTA MAIS CONTEÚDOS DO MAMILOS PODCAST:https://www.youtube.com/@mamilospodcast ---SIGA O MAMILOS NAS REDES:📷 Instagram: https://www.instagram.com/mamilospod/🎶 TikTok: https://www.tiktok.com/@mamilospodcast---🎙️APRESENTADORAS:👩🏻 Cris Bartis: https://www.instagram.com/crisbartis/ 👩🏻🦰 Ju Wallauer: https://www.instagram.com/jwallauer/ ---#MamilosPodcast #PodcastBrasil
Você já leu algo que parece te morder? Uma escrita que é, ao mesmo tempo, corporal, erótica e brutalmente bela? É exatamente essa a sensação de mergulhar no universo de Camila Sosa Villada, uma das vozes mais vibrantes, viscerais e necessárias da literatura contemporânea da América Latina. A autora do estrondoso sucesso O Parque das Irmãs Magníficas e do recém-lançado A Traição da Minha Língua sentou com a gente para uma troca que atravessa a alma.
Quando o assunto é relacionamento, a gente adora planejar a festa, a viagem, a decoração da casa, mas foge da conversa sobre como pagar por tudo isso.
Nos Estados Unidos, 68% das buscas feitas no navegador já terminam sem nenhum clique. Quando aparece um resumo gerado por inteligência artificial no topo, a chance de alguém clicar numa das fontes cai para 1%. O mercado já deu nome a esse momento: Google Zero. Quem cria conteúdo para a internet constrói há 20 anos sobre um terreno alugado. Primeiro vieram os blogs, ilhas com audiência própria. Depois, a farra do tráfego do Facebook, e a manhã em que ele despencou. Aí o Instagram pedindo formato atrás de formato, o blogueiro virando influencer, o TikTok impondo o vídeo curto como condição de existência. O resultado é uma internet com mais conteúdo do que em qualquer momento da história e, ao mesmo tempo, com cada vez mais sinais de que boa parte desse conteúdo, e da audiência que reage a ele, pode nem ser humana. No Mamilos #572 recebemos Phelipe Cruz, criador do Papel Pop, e Samir Duarte, do podcast Um Milkshake Chamado Wanda, que estavam lá desde o começo, carpindo o lote junto com a gente, para olhar de onde viemos, o que se perdeu no caminho e para onde vamos. Pega o cafezinho e vem pra essa conversa cheia de nostalgia, de desabafo e de futuro, nessa última temporada do Mamilos!