
Show Notes
Rebobinando filmes piratas e causos familiares.
No primeiro ato: Locadora Robin Hood. Por Paula Scarpin.
No segundo ato: Seu Canudo, Cantiliana e seus invisíveis. Por Katia Costa-Santos.
A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep173
Membros do Clube da Novelo podem ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, além de ter acesso a uma newsletter especial e a eventos com a nossa equipe. Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo. Assine em https://www.radionovelo.com.br/clube
Inscreva-se no curso "Contando histórias em áudio com a Rádio Novelo": https://journalismcourses.org/product/contando-historias-em-audio-com-a-radio-novelo/
Inscreva-se no canal da Rádio Novelo no YouTube: https://www.youtube.com/@R%C3%A1dioNovelo
Siga a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/
Palavras-chave: videolocadora, locadora, fita cassete, videocassete, filme pirata, vídeo pirata, Vidigal, Rio de Janeiro, anos 90, anos noventa, história negra, história familiar, Guerra de Canudos, fabulação crítica Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
More from Rádio Novelo Apresenta
Quando tinha quatro anos, em 1973, o menino Dudu foi preso junto com a mãe – uma militante de um grupo de oposição à ditadura – e levado para a sede do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) de Minas Gerais. Ele não sabe ao certo quanto tempo passou lá dentro, mas sim que a experiência marcou um antes e um depois na vida dele. Quem entrou no DOPS foi o menino “Dudu”, mas quem saiu foi o Eduardo. E hoje, mais de 50 anos depois, ele foi procurar pistas da criança que ele foi, uma identidade há muito tempo deixada para trás. Por Vitor Hugo Brandalise.
Em maio de 2026, a nossa equipe começou a acompanhar um assunto que andava saindo em várias matérias: pessoas de diferentes partes do Brasil que tinham levado um susto ao olhar a própria carteira de trabalho digital – elas estavam registradas como presidentes da república. A justificativa do governo era que simplesmente tinha acontecido um erro de cadastro. O RH da empresa ou do órgão público por onde aquela pessoa passou tinha colocado o código da profissão errada na hora de registrá-la.
Um filho redescobre a mãe e um pesquisador descobre o avô do recado de zap.