
Show Notes
O que significa, afinal, ser considerado “bom de cama”? Se cada pessoa tem desejos, limites, ritmos e formas diferentes de sentir prazer, como alguém pode conquistar fama de amante excepcional para diferentes parceiros? A história de John F. Kennedy Jr., que ganhou essa reputação a partir de relatos de parceiras e biografias, serve de gancho para uma discussão sobre o que realmente faz alguém ser visto como um grande amante.
Esse é o tema do dia no Interessa Podcast, que recebe Paulo Aredes, empresário e proprietário da À Sós, empresa brasileira de saúde íntima, bem-estar sexual e produtos sensuais. A conversa vai investigar se existe um conjunto de características capaz de tornar alguém especialmente desejável na intimidade ou se essa percepção tem muito mais a ver com escuta, atenção, presença, confiança, química e capacidade de perceber o outro.
Também vamos questionar a ideia de que existe uma espécie de ranking do desempenho sexual. Afinal, uma pessoa pode dominar determinadas técnicas e ainda assim ser considerada uma experiência ruim? E quando diferentes parceiros fazem avaliações parecidas sobre alguém, isso revela um talento sexual reconhecível ou simplesmente uma combinação de características que despertou desejo? O Interessa começa às 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre no YouTube. Siga o programa no Instagram e no TikTok.
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Manter a fidelidade, cumprir horários de trabalho, economizar recursos e agir com civilidade. Comportamentos que deveriam ser a base de qualquer convivência saudável e respeitosa ganharam as redes sociais recentemente após o relato da norte-americana Riley Madison. Ela expôs publicamente a lista de "sacrifícios" que o ex-marido alegava ter feito pelo casamento, um documento que incluía obrigações fundamentais tratadas como grandes concessões.
A busca por retardar as marcas do tempo deixou de ser uma preocupação da maturidade e passou a fazer parte do dia a dia de adolescentes e jovens adultos. Motivados por tendências virais nas redes sociais, cada vez mais jovens têm recorrido a rotinas exaustivas de skincare com múltiplos passos, tecnologias estéticas avançadas e até intervenções injetáveis precoces, como o chamado "baby botox", antes mesmo de apresentarem qualquer linha de expressão.
Durante gerações, a transição para a vida adulta parecia seguir um roteiro pré-determinado: sair da casa dos pais, casar, ter filhos e assumir a independência financeira. No entanto, a frase que recentemente viralizou nas redes sociais “quando você cresce, percebe que, na verdade, não existem adultos” expõe um dilema contemporâneo: ter obrigações profissionais e acumular boletos não garante maturidade a ninguém. Garante?
Conhecido por tudo e todos como um super 'apreciador' de bebidas alcoólicas - para além de deixar isso claro em suas canções ou pelas imagens divulgadas em suas redes, ele possui, ainda, a própria marca de cachaça -, o cantor sertanejo Leonardo virou assunto após anunciar uma pausa forçada no consumo de álcool. Sim, foi na marra!
Trabalhar com propósito, manter relacionamentos impecáveis, prosperar financeiramente, cuidar da saúde e, de preferência, fazer tudo isso com um sorriso e postagens perfeitas nas redes sociais. A cobrança social para demonstrar um estado permanente de plenitude transformou o conceito de felicidade em uma espécie de meta de produtividade inalcançável. Mas a vida real insiste em mostrar que é perfeitamente possível ser uma pessoa realizada e, ao mesmo tempo, sentir-se esgotada no fim do dia. Esse é o ponto de partida do estudo Mapa da Felicidade Real do Brasil 2026, idealizado pela especialista na ciência da felicidade Renata Rivetti (fundadora da Reconnect Happiness at Work) em parceria com o Instituto Ideia. O levantamento revela um dado surpreendente: 89% dos entrevistados no país declaram-se felizes de modo geral, a despeito de 33% estarem enfrentando quadros de ansiedade e 29% lidando com o estresse diário. O Interessa desta quinta-feira (15) questiona a tirania do otimismo compulsório e propõe uma visão mais acolhedora sobre os sentimentos humanos. A amarração do cotidiano não exclui a beleza das conquistas. Sentir amor pela própria trajetória professional ou familiar não anula o desejo ardente de ter uma pausa na rotina exaustiva, no trânsito ou no acúmulo de tarefas domésticas. Desmistificar a ideia de que a felicidade precisa vir acompanhada por crachá de alta performance é o primeiro passo para preservar a saúde mental. Onde acompanhar Confira o debate completo nos canais oficiais do O TEMPO e do O TEMPO LIVRE no YouTube, além de reflexões em formato de cortes no Instagram (@programainteressa) e no TikTok (@interessa.otempo).