
Show Notes
Desejar um bom dia sincero, segurar a porta do elevador, elogiar um colega de trabalho ou sorrir para um desconhecido na rua. Em uma rotina marcada pela correria, pequenas atitudes espontâneas costumam passar despercebidas, mas a ciência mostra que o impacto delas é muito maior do que imaginamos.
Estudos do Greater Good Science Center, da Universidade da Califórnia em Berkeley, apontam que comportamentos positivos funcionam quase como um "contágio social", alterando o clima de escritórios, escolas e comunidades inteiras. Contudo, muitas pessoas ainda subestimam o valor das chamadas "micro gentilezas", acreditando que gestos simples não fazem diferença.
É preciso estar sempre de bom humor para ser gentil? Existe forma de praticar a empatia sem parecer artificial? E por que, com frequência, somos mais tolerantes com quem não conhecemos do que com nós mesmos? Para entender a psicologia por trás dessas atitudes e como aplicá-las para melhorar a saúde emocional no cotidiano, o Interessa Podcast promove uma conversa especial. A apresentadora Renata Zacaroni e as jornalistas Renatinha Nunes e Tatiana Lagôa recebem ao vivo a psicóloga e mestre pela UFMG, Ana Clara Gomes Braga.
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Manter a fidelidade, cumprir horários de trabalho, economizar recursos e agir com civilidade. Comportamentos que deveriam ser a base de qualquer convivência saudável e respeitosa ganharam as redes sociais recentemente após o relato da norte-americana Riley Madison. Ela expôs publicamente a lista de "sacrifícios" que o ex-marido alegava ter feito pelo casamento, um documento que incluía obrigações fundamentais tratadas como grandes concessões.
A busca por retardar as marcas do tempo deixou de ser uma preocupação da maturidade e passou a fazer parte do dia a dia de adolescentes e jovens adultos. Motivados por tendências virais nas redes sociais, cada vez mais jovens têm recorrido a rotinas exaustivas de skincare com múltiplos passos, tecnologias estéticas avançadas e até intervenções injetáveis precoces, como o chamado "baby botox", antes mesmo de apresentarem qualquer linha de expressão.
Durante gerações, a transição para a vida adulta parecia seguir um roteiro pré-determinado: sair da casa dos pais, casar, ter filhos e assumir a independência financeira. No entanto, a frase que recentemente viralizou nas redes sociais “quando você cresce, percebe que, na verdade, não existem adultos” expõe um dilema contemporâneo: ter obrigações profissionais e acumular boletos não garante maturidade a ninguém. Garante?
Conhecido por tudo e todos como um super 'apreciador' de bebidas alcoólicas - para além de deixar isso claro em suas canções ou pelas imagens divulgadas em suas redes, ele possui, ainda, a própria marca de cachaça -, o cantor sertanejo Leonardo virou assunto após anunciar uma pausa forçada no consumo de álcool. Sim, foi na marra!
Trabalhar com propósito, manter relacionamentos impecáveis, prosperar financeiramente, cuidar da saúde e, de preferência, fazer tudo isso com um sorriso e postagens perfeitas nas redes sociais. A cobrança social para demonstrar um estado permanente de plenitude transformou o conceito de felicidade em uma espécie de meta de produtividade inalcançável. Mas a vida real insiste em mostrar que é perfeitamente possível ser uma pessoa realizada e, ao mesmo tempo, sentir-se esgotada no fim do dia. Esse é o ponto de partida do estudo Mapa da Felicidade Real do Brasil 2026, idealizado pela especialista na ciência da felicidade Renata Rivetti (fundadora da Reconnect Happiness at Work) em parceria com o Instituto Ideia. O levantamento revela um dado surpreendente: 89% dos entrevistados no país declaram-se felizes de modo geral, a despeito de 33% estarem enfrentando quadros de ansiedade e 29% lidando com o estresse diário. O Interessa desta quinta-feira (15) questiona a tirania do otimismo compulsório e propõe uma visão mais acolhedora sobre os sentimentos humanos. A amarração do cotidiano não exclui a beleza das conquistas. Sentir amor pela própria trajetória professional ou familiar não anula o desejo ardente de ter uma pausa na rotina exaustiva, no trânsito ou no acúmulo de tarefas domésticas. Desmistificar a ideia de que a felicidade precisa vir acompanhada por crachá de alta performance é o primeiro passo para preservar a saúde mental. Onde acompanhar Confira o debate completo nos canais oficiais do O TEMPO e do O TEMPO LIVRE no YouTube, além de reflexões em formato de cortes no Instagram (@programainteressa) e no TikTok (@interessa.otempo).