
Show Notes
A partir da segunda metade do século 19, as versões brasileiras de valsas, mazurcas, schottiches e canções ibéricas, que vinham da Europa, ganharam toques de lundu e outros ritmos que permaneciam vivos na cultura dos descendentes de escravizados no Brasil.
Tinha início o choro, ou chorinho, para os íntimos, o primeiro gênero musical nascido da miscigenação brasileira a partir do século 19.
É o pai do samba assim como o jazz e o blues são os pais do rock. Este ano, foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Brasi pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan.
Neste programa, vamos conhecer dez músicas que marcam a formação, ascenção, queda, resistência e renascimento do choro até os dias atuais. E o nosso convidado é o jornalista cultural Alexandre Pavan.
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Quem acha que brigar por causa de política é coisa recente, não tem ideia do que era o Brasil nos tempos do Getúlio. Marchinhas venenosas, ódio, rancor. E, claro, tinham os puxa-sacos. E as homenagens laudatórias, servis, assinadas por gente graúda. Vargas, JK, Jânio, Brizola, Lula e Bolsonaro são alguns dos personagens do Travessia desta semana, sobre políticos e eleições.
Ele extravasou a rebeldia e a melancolia de quem foi jovem entre os anos 80 e 90, e empacotou estes sentimentos em longos versos massificados pelas rádios. À frente da Legião Urbana, Renato Manfredini Junior, o Renato Russo, conquistou um séquito de fãs que usaram sua música como trilha sonora da insatisfação adolescente de seu tempo. Renato Russo, o Trovador Solitário que nos deixou há 30 anos, é o tema desta edição do Travessia.
Tire as crianças da sala, que hoje o Travessia está proibidão. Erotismo, associações fálicas, fluidos. Metáforas. As boas e as ruins. A música brasileira que fala sobre sexo é o tema desta edição do Travessia.
Hoje está difícil encontrar alguém que não esteja cansado. Cansado da correria, das contas, do trabalho, das notícias cada vez mais pesadas. Cansado da vida ultraconectada o tempo todo. O cansaço que viceja incólume e grassa violentamente em nosso cotidiano é o tema do Travessia desta semana, aqui na Central 3. Só não vá se cansar da gente, hein?!
Libertário. Transgressor. Eclético. Hippie. Afinadíssimo. Poderíamos ter 85 adjetivos elogiosos para descrever Ney Matogrosso, que completou 85 anos em 1º de agosto. O Brasil tem o prazer de ter um Ney Matogrosso pra chamar de seu. É sobre ele o Travessia desta semana.