
Show Notes
Você conta uma conquista para uma amiga e, em vez de um “parabéns”, recebe uma história... ainda maior. Compartilha uma notícia boa e escuta um comentário que imediatamente derruba o clima. Ou percebe que aquela pessoa parece muito mais interessada quando você está mal do que quando sua vida está dando certo. Afinal, isso é amizade ou competição?
Esse é o tema do dia no Interessa Podcast, que recebe a psicóloga Leni Brumano para discutir os limites entre amizade, admiração, inveja e rivalidade. É possível sentir inveja de alguém que amamos? Uma amiga pode competir conosco sem perceber? E como diferenciar uma dificuldade de celebrar o outro de uma relação que deixou de ser saudável?
Também vamos conversar sobre aquela pergunta difícil: toda amizade precisa ser preservada por causa da história que existe entre duas pessoas? Ou algumas relações precisam terminar quando deixam de oferecer troca, acolhimento e espaço para que as duas pessoas possam crescer?
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Manter a fidelidade, cumprir horários de trabalho, economizar recursos e agir com civilidade. Comportamentos que deveriam ser a base de qualquer convivência saudável e respeitosa ganharam as redes sociais recentemente após o relato da norte-americana Riley Madison. Ela expôs publicamente a lista de "sacrifícios" que o ex-marido alegava ter feito pelo casamento, um documento que incluía obrigações fundamentais tratadas como grandes concessões.
A busca por retardar as marcas do tempo deixou de ser uma preocupação da maturidade e passou a fazer parte do dia a dia de adolescentes e jovens adultos. Motivados por tendências virais nas redes sociais, cada vez mais jovens têm recorrido a rotinas exaustivas de skincare com múltiplos passos, tecnologias estéticas avançadas e até intervenções injetáveis precoces, como o chamado "baby botox", antes mesmo de apresentarem qualquer linha de expressão.
Durante gerações, a transição para a vida adulta parecia seguir um roteiro pré-determinado: sair da casa dos pais, casar, ter filhos e assumir a independência financeira. No entanto, a frase que recentemente viralizou nas redes sociais “quando você cresce, percebe que, na verdade, não existem adultos” expõe um dilema contemporâneo: ter obrigações profissionais e acumular boletos não garante maturidade a ninguém. Garante?
Conhecido por tudo e todos como um super 'apreciador' de bebidas alcoólicas - para além de deixar isso claro em suas canções ou pelas imagens divulgadas em suas redes, ele possui, ainda, a própria marca de cachaça -, o cantor sertanejo Leonardo virou assunto após anunciar uma pausa forçada no consumo de álcool. Sim, foi na marra!
Trabalhar com propósito, manter relacionamentos impecáveis, prosperar financeiramente, cuidar da saúde e, de preferência, fazer tudo isso com um sorriso e postagens perfeitas nas redes sociais. A cobrança social para demonstrar um estado permanente de plenitude transformou o conceito de felicidade em uma espécie de meta de produtividade inalcançável. Mas a vida real insiste em mostrar que é perfeitamente possível ser uma pessoa realizada e, ao mesmo tempo, sentir-se esgotada no fim do dia. Esse é o ponto de partida do estudo Mapa da Felicidade Real do Brasil 2026, idealizado pela especialista na ciência da felicidade Renata Rivetti (fundadora da Reconnect Happiness at Work) em parceria com o Instituto Ideia. O levantamento revela um dado surpreendente: 89% dos entrevistados no país declaram-se felizes de modo geral, a despeito de 33% estarem enfrentando quadros de ansiedade e 29% lidando com o estresse diário. O Interessa desta quinta-feira (15) questiona a tirania do otimismo compulsório e propõe uma visão mais acolhedora sobre os sentimentos humanos. A amarração do cotidiano não exclui a beleza das conquistas. Sentir amor pela própria trajetória professional ou familiar não anula o desejo ardente de ter uma pausa na rotina exaustiva, no trânsito ou no acúmulo de tarefas domésticas. Desmistificar a ideia de que a felicidade precisa vir acompanhada por crachá de alta performance é o primeiro passo para preservar a saúde mental. Onde acompanhar Confira o debate completo nos canais oficiais do O TEMPO e do O TEMPO LIVRE no YouTube, além de reflexões em formato de cortes no Instagram (@programainteressa) e no TikTok (@interessa.otempo).