
Interessa | O fenômeno do empreendedorismo no Brasil: entre o sonho da autonomia e a força da necessidade
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O brasileiro tem o empreendedorismo na veia, mas o que motiva essa onda de novos negócios? A busca por autonomia, a realização pessoal e a geração de renda colocaram o país em evidência global. Segundo os dados mais recentes do Global Entrepreneurship Monitor (GEM 2024), a taxa de empreendedorismo total no Brasil alcançou a marca expressiva de 33,4%, consolidando uma das maiores taxas dos últimos anos e mantendo o país no topo do ranking de intenção de empreender no mundo.
No cenário local, a força desse mercado impressiona. Dados levantados pelo Sebrae Minas revelam um ritmo frenético de formalização no Estad, com médias que chegam a quase 1,5 mil empresas abertas por dia, impulsionadas tanto pelo apetite por inovação quanto pela busca por alternativas diante das flutuações do mercado de trabalho formal.
Para debater esse cenário, o Interessa Podcast - apresentado por Renata Zacaroni ao lado das jornalistas Renata Nunes e Tatiana Lagoa - coloca em pauta a verdadeira radiografia de quem comanda um negócio próprio no país. Oportunidade versus Necessidade: o que move o CNPJ? A discussão central do episódio aborda a dualidade do ecossistema brasileiro. De um lado, há o ecossistema efervescente de startups, scale-ups e negócios inovadores gerados por pura oportunidade de mercado. De outro, uma parcela significativa da população que recorre ao CNPJ como estratégia de sobrevivência e resposta ao desemprego ou à falta de opções no mercado formal. Mas afinal, o que diferencia o empreendedor que prospera daquele que precisa fechar as portas rapidamente? Quem vai responder a este e outros questionamentos é o convidado do dia, Lucas Chakur, empresário, investidor, coordenador acadêmico e professor de pós-graduação e MBA na Fundação Getúlio Vargas, em Belo Horizonte (MG). Além de quem abre o próprio negócio, o podcast joga luz sobre um conceito fundamental e ainda pouco discutido nas organizações: o intraempreendedorismo. Quer entender melhor? Acompanhe o Interessa!
O debate completo sobre os rumos do mercado, dicas práticas e os bastidores do cenário econômico vai ao ar às 18h30 nos canais do O TEMPO e do O TEMPO LIVRE no YouTube.
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Manter a fidelidade, cumprir horários de trabalho, economizar recursos e agir com civilidade. Comportamentos que deveriam ser a base de qualquer convivência saudável e respeitosa ganharam as redes sociais recentemente após o relato da norte-americana Riley Madison. Ela expôs publicamente a lista de "sacrifícios" que o ex-marido alegava ter feito pelo casamento, um documento que incluía obrigações fundamentais tratadas como grandes concessões.
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Durante gerações, a transição para a vida adulta parecia seguir um roteiro pré-determinado: sair da casa dos pais, casar, ter filhos e assumir a independência financeira. No entanto, a frase que recentemente viralizou nas redes sociais “quando você cresce, percebe que, na verdade, não existem adultos” expõe um dilema contemporâneo: ter obrigações profissionais e acumular boletos não garante maturidade a ninguém. Garante?
Conhecido por tudo e todos como um super 'apreciador' de bebidas alcoólicas - para além de deixar isso claro em suas canções ou pelas imagens divulgadas em suas redes, ele possui, ainda, a própria marca de cachaça -, o cantor sertanejo Leonardo virou assunto após anunciar uma pausa forçada no consumo de álcool. Sim, foi na marra!
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