
Show Notes
O filme “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, é o mais novo bem sucedido capítulo do cinema brasileiro. E não é fácil ser bem sucedido na história de nossos filmes. Com as dificuldades econômicas, a falta de incentivo e a concorrência de Hollywood, produzir um filme nacional é tarefa árdua. Mesmo assim, a lista de produções inesquecíveis é extensa. E muitas vezes essa produção anda de mãos dadas com a música popular. O Travessia de hoje é nossa segunda edição sobre músicas do cinema brasileiro, diretamente da Central 3.
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Quem acha que brigar por causa de política é coisa recente, não tem ideia do que era o Brasil nos tempos do Getúlio. Marchinhas venenosas, ódio, rancor. E, claro, tinham os puxa-sacos. E as homenagens laudatórias, servis, assinadas por gente graúda. Vargas, JK, Jânio, Brizola, Lula e Bolsonaro são alguns dos personagens do Travessia desta semana, sobre políticos e eleições.
Ele extravasou a rebeldia e a melancolia de quem foi jovem entre os anos 80 e 90, e empacotou estes sentimentos em longos versos massificados pelas rádios. À frente da Legião Urbana, Renato Manfredini Junior, o Renato Russo, conquistou um séquito de fãs que usaram sua música como trilha sonora da insatisfação adolescente de seu tempo. Renato Russo, o Trovador Solitário que nos deixou há 30 anos, é o tema desta edição do Travessia.
Tire as crianças da sala, que hoje o Travessia está proibidão. Erotismo, associações fálicas, fluidos. Metáforas. As boas e as ruins. A música brasileira que fala sobre sexo é o tema desta edição do Travessia.
Hoje está difícil encontrar alguém que não esteja cansado. Cansado da correria, das contas, do trabalho, das notícias cada vez mais pesadas. Cansado da vida ultraconectada o tempo todo. O cansaço que viceja incólume e grassa violentamente em nosso cotidiano é o tema do Travessia desta semana, aqui na Central 3. Só não vá se cansar da gente, hein?!
Libertário. Transgressor. Eclético. Hippie. Afinadíssimo. Poderíamos ter 85 adjetivos elogiosos para descrever Ney Matogrosso, que completou 85 anos em 1º de agosto. O Brasil tem o prazer de ter um Ney Matogrosso pra chamar de seu. É sobre ele o Travessia desta semana.