
Show Notes
Depois dos 40, quando cada pessoa já construiu sua própria casa, carreira, rotina e, muitas vezes, tem filhos - logo, morar junto pode deixar de ser uma consequência automática do relacionamento. Para alguns casais, encontrar-se apenas nos fins de semana é uma escolha consciente para preservar autonomia, individualidade, desejo e até a saudade.
E é sobre isso que o Interessa Podcast conversa nesta quinta. O programa recebe o psicólogo clínico e especialista em terapia de casais Wellerson Silva para discutir os chamados “casais de fim de semana”. Afinal, é possível construir intimidade sem compartilhar o cotidiano? Morar junto é mesmo sinônimo de intimidade? E quando a distância deixa de ser uma escolha saudável e passa a ser uma maneira confortável de evitar os desafios da convivência?
A conversa também vai refletir sobre o que acontece quando duas pessoas decidem preservar seus próprios espaços: será que menos convivência ajuda a manter o desejo ou impede que a relação avance? O Interessa começa às 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre no YouTube. Siga o programa no Instagram e no TikTok.
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A eterna fixação em torno da anatomia masculina voltou a dominar o centro dos debates nas redes sociais recentemente, impulsionada por dois extremos opostos e altamente comentados. De um lado, a repercussão de um processo judicial envolvendo o ex-jogador da NFL Matt Kalil, após sua ex-mulher expor detalhes íntimos e alegar incompatibilidade em uma transmissão ao vivo - ela equiparou o órgão sexual dele a "três a quatro latas de refrigerante". Do outro, o desabafo público do personal trainer Kieran John, que relatou sofrer com episódios de objetificação por ter 25 centímetros.
Manter a fidelidade, cumprir horários de trabalho, economizar recursos e agir com civilidade. Comportamentos que deveriam ser a base de qualquer convivência saudável e respeitosa ganharam as redes sociais recentemente após o relato da norte-americana Riley Madison. Ela expôs publicamente a lista de "sacrifícios" que o ex-marido alegava ter feito pelo casamento, um documento que incluía obrigações fundamentais tratadas como grandes concessões.
A busca por retardar as marcas do tempo deixou de ser uma preocupação da maturidade e passou a fazer parte do dia a dia de adolescentes e jovens adultos. Motivados por tendências virais nas redes sociais, cada vez mais jovens têm recorrido a rotinas exaustivas de skincare com múltiplos passos, tecnologias estéticas avançadas e até intervenções injetáveis precoces, como o chamado "baby botox", antes mesmo de apresentarem qualquer linha de expressão.
Durante gerações, a transição para a vida adulta parecia seguir um roteiro pré-determinado: sair da casa dos pais, casar, ter filhos e assumir a independência financeira. No entanto, a frase que recentemente viralizou nas redes sociais “quando você cresce, percebe que, na verdade, não existem adultos” expõe um dilema contemporâneo: ter obrigações profissionais e acumular boletos não garante maturidade a ninguém. Garante?
Conhecido por tudo e todos como um super 'apreciador' de bebidas alcoólicas - para além de deixar isso claro em suas canções ou pelas imagens divulgadas em suas redes, ele possui, ainda, a própria marca de cachaça -, o cantor sertanejo Leonardo virou assunto após anunciar uma pausa forçada no consumo de álcool. Sim, foi na marra!