
Show Notes
Ligar a TV para ter um "barulho de fundo", rolar o feed do celular sem parar até dormir ou sentir um aperto no peito diante da ausência de planos para o fim de semana. Se você já viveu alguma dessas situações, não está sozinho. Em uma rotina dominada por notificações e estímulos digitais ininterruptos, o silêncio passou a ser interpretado pelo cérebro de muitas pessoas como um sinal de alerta.
Pesquisas e especialistas em saúde mental alertam que a dificuldade em lidar com a solidão - e até a presença da chamada autofobia (o pavor do isolamento) - está diretamente ligada ao ritmo acelerado da vida moderna. Quando os ruídos externos silenciam, os pensamentos internos ganham força, transformando o momento de estar sós em um gatilho para a ansiedade, a dependência emocional e a sensação de desamparo.
Mas onde termina a solidão dolorosa e onde começa a solitude transformadora? Como a incapacidade de habitar a própria companhia molda relacionamentos baseados no medo e não no afeto? Para responder a essas perguntas e ensinar formas práticas de transformar a solitude em um porto seguro, a apresentadora Renata Zacaroni e as jornalistas Flaviane Paixão e Renatinha Nunes recebem a psicóloga Andréa Aguiar, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia do Esquema. Siga também o Interessa nas redes! Instagram: https://www.instagram.com/programainteressa/ TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo
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A eterna fixação em torno da anatomia masculina voltou a dominar o centro dos debates nas redes sociais recentemente, impulsionada por dois extremos opostos e altamente comentados. De um lado, a repercussão de um processo judicial envolvendo o ex-jogador da NFL Matt Kalil, após sua ex-mulher expor detalhes íntimos e alegar incompatibilidade em uma transmissão ao vivo - ela equiparou o órgão sexual dele a "três a quatro latas de refrigerante". Do outro, o desabafo público do personal trainer Kieran John, que relatou sofrer com episódios de objetificação por ter 25 centímetros.
Manter a fidelidade, cumprir horários de trabalho, economizar recursos e agir com civilidade. Comportamentos que deveriam ser a base de qualquer convivência saudável e respeitosa ganharam as redes sociais recentemente após o relato da norte-americana Riley Madison. Ela expôs publicamente a lista de "sacrifícios" que o ex-marido alegava ter feito pelo casamento, um documento que incluía obrigações fundamentais tratadas como grandes concessões.
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Durante gerações, a transição para a vida adulta parecia seguir um roteiro pré-determinado: sair da casa dos pais, casar, ter filhos e assumir a independência financeira. No entanto, a frase que recentemente viralizou nas redes sociais “quando você cresce, percebe que, na verdade, não existem adultos” expõe um dilema contemporâneo: ter obrigações profissionais e acumular boletos não garante maturidade a ninguém. Garante?
Conhecido por tudo e todos como um super 'apreciador' de bebidas alcoólicas - para além de deixar isso claro em suas canções ou pelas imagens divulgadas em suas redes, ele possui, ainda, a própria marca de cachaça -, o cantor sertanejo Leonardo virou assunto após anunciar uma pausa forçada no consumo de álcool. Sim, foi na marra!