
Show Notes
Existe uma quantidade “ideal” de parceiros sexuais? Essa pergunta, que parece simples, revela muito mais sobre os nossos julgamentos do que sobre a vida íntima de cada pessoa. A declaração da atriz Carolina Dieckmann, que contou ter tido quatro parceiros sexuais ao longo da vida, abriu espaço para uma conversa sobre como a sociedade ainda cria regras para medir a sexualidade.
Mais do que discutir a escolha pessoal da atriz, a proposta do programa desta sexta-feira (14) é entender por que o número de parceiros virou, para muitas pessoas, sinônimo de experiência, maturidade ou até qualidade sexual. Afinal, existe mesmo relação entre quantidade de parceiros e uma vida sexual mais satisfatória? E por que homens e mulheres ainda são avaliados com pesos diferentes quando o assunto é liberdade sexual?
No Interessa Podcast, que vai ao ar a partir das 14h, ao vivo, pelos canais O Tempo e O Tempo Livre no YouTube, vamos conversar sobre os padrões sociais construídos em torno do comportamento sexual e sobre a ideia de que existe uma “média correta” para todo mundo. Pesquisas mostram que nem a própria sociedade chega a um consenso sobre qual seria esse número ideal - justamente porque essa régua é muito mais cultural do que uma regra universal. Siga o Interessa nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/programainteressa/ e TikTok: https://www.tiktok.com/@interessa.otempo.
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A eterna fixação em torno da anatomia masculina voltou a dominar o centro dos debates nas redes sociais recentemente, impulsionada por dois extremos opostos e altamente comentados. De um lado, a repercussão de um processo judicial envolvendo o ex-jogador da NFL Matt Kalil, após sua ex-mulher expor detalhes íntimos e alegar incompatibilidade em uma transmissão ao vivo - ela equiparou o órgão sexual dele a "três a quatro latas de refrigerante". Do outro, o desabafo público do personal trainer Kieran John, que relatou sofrer com episódios de objetificação por ter 25 centímetros.
Manter a fidelidade, cumprir horários de trabalho, economizar recursos e agir com civilidade. Comportamentos que deveriam ser a base de qualquer convivência saudável e respeitosa ganharam as redes sociais recentemente após o relato da norte-americana Riley Madison. Ela expôs publicamente a lista de "sacrifícios" que o ex-marido alegava ter feito pelo casamento, um documento que incluía obrigações fundamentais tratadas como grandes concessões.
A busca por retardar as marcas do tempo deixou de ser uma preocupação da maturidade e passou a fazer parte do dia a dia de adolescentes e jovens adultos. Motivados por tendências virais nas redes sociais, cada vez mais jovens têm recorrido a rotinas exaustivas de skincare com múltiplos passos, tecnologias estéticas avançadas e até intervenções injetáveis precoces, como o chamado "baby botox", antes mesmo de apresentarem qualquer linha de expressão.
Durante gerações, a transição para a vida adulta parecia seguir um roteiro pré-determinado: sair da casa dos pais, casar, ter filhos e assumir a independência financeira. No entanto, a frase que recentemente viralizou nas redes sociais “quando você cresce, percebe que, na verdade, não existem adultos” expõe um dilema contemporâneo: ter obrigações profissionais e acumular boletos não garante maturidade a ninguém. Garante?
Conhecido por tudo e todos como um super 'apreciador' de bebidas alcoólicas - para além de deixar isso claro em suas canções ou pelas imagens divulgadas em suas redes, ele possui, ainda, a própria marca de cachaça -, o cantor sertanejo Leonardo virou assunto após anunciar uma pausa forçada no consumo de álcool. Sim, foi na marra!